Para famílias
Se você é pai, mãe ou responsável e percebeu alterações na postura da língua ou na respiração do seu filho, entenda o que pode ser feito — com acompanhamento próximo em cada etapa.
Conhecer o atendimento →A trajetória
Patrícia Urquiza é cirurgiã-dentista com atuação dedicada à infância — ao desenvolvimento orofacial e ao atendimento de crianças com necessidades específicas.
Foi o encontro com crianças com Síndrome de Down, ainda no consultório, que a aproximou da Terapia de Regulação Orofacial de Castillo Morales e da Placa Palatina de Memória. O que começou como uma técnica se tornou uma forma inteira de pensar o tratamento.
Especialista em Odontopediatria pela São Leopoldo Mandic e em Ortopedia Funcional dos Maxilares pela FACSETE, com formação complementar na USP e estudos dedicados à Trissomia do 21, Patrícia se aprofundou na indicação, na confecção, na instalação e — principalmente — no acompanhamento clínico dessas crianças ao longo de todo o tratamento.
Hoje, além de atender crianças e suas famílias, ensina profissionais no Brasil e em mais de 14 países. Mas o que sustenta esse trabalho nunca foi só a técnica de confeccionar uma placa — é a combinação entre formação, estudo científico, experiência clínica e o acompanhamento de perto de cada paciente.
O tratamento
A Placa Palatina de Memória é um dispositivo intraoral utilizado dentro da Terapia de Regulação Orofacial de Castillo Morales.
Ela possui estímulos específicos que ajudam a criança a perceber e reorganizar estruturas e funções da região orofacial — favorecendo uma posição mais adequada da língua, melhorando o selamento dos lábios e contribuindo para um padrão funcional mais equilibrado.
Mas a placa, sozinha, não é o tratamento.
O raciocínio clínico
Duas crianças com Síndrome de Down podem ter necessidades completamente diferentes. Não basta moldar, confeccionar uma placa e colocá-la na boca da criança — é preciso saber quem realmente tem indicação, onde posicionar cada estímulo, como ajustar, como interpretar a resposta da criança e quando modificar a estratégia.
A placa é uma ferramenta. Saber quando, como e por que utilizá-la é o que transforma uma técnica em tratamento.
O tratamento não está na placa. Está nas decisões tomadas antes, durante e depois dela.
Pra quem é esse trabalho
Se você é pai, mãe ou responsável e percebeu alterações na postura da língua ou na respiração do seu filho, entenda o que pode ser feito — com acompanhamento próximo em cada etapa.
Conhecer o atendimento →Aprenda não apenas a confeccionar a placa, mas a pensar clinicamente antes de indicá-la: quando usar, que estímulo escolher e como acompanhar a resposta de cada paciente.
Conhecer o curso "Desvendando a Placa Palatina de Memória" →Alcance
O método de Patrícia já chegou a profissionais em mais de 14 países — levando o mesmo raciocínio clínico que ela pratica na própria clínica para quem atende crianças com Síndrome de Down ao redor do mundo.
14+países
Currículo